Aniversariante do dia: Angelina Jolie

Foto – Guerlain

Musa máxima do cinema, Angelina Jolie comemora hoje 42 anos. Cada vez mais afastada da atuação, a estrela prioriza seu trabalho humanitário e paixão pela direção, iniciada em 2007 com o documentário A Place in Time. Nesses dez anos, Jolie dirigiu quatro longas-metragens – sendo Invencível seu maior sucesso comercial, com 163 milhões arrecadados e três indicações ao Oscar -, e First They Killed My Father o mais recente, com estreia marcada para setembro na Netflix. Filha dos atores Jon Voight, de Perdidos na Noite e Amargo Regresso, e Marcheline Bertrand, Angelina estreou no cinema aos sete anos, ao lado do pai, na comédia Lookin’ to Get Out. Chamou atenção de crítica e público no final dos anos 90, com atuações arrebatadoras e premiadas em Gia – Fama e Destruição e Garota, Interrompida, pelo qual recebeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2000. Continuar lendo Aniversariante do dia: Angelina Jolie

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Música de cinema: Brass in Pocket – The Pretenders

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GIA – FAMA E DESTRUIÇÃO (Gia 1998

Filme produzido pela HBO, Gia rendeu a ANGELINA JOLIE os prêmios de melhor atriz no Globo de Ouro e Screen Actors Guild, além de uma indicação ao Emmy. Direção e roteiro – em parceria com Jay McInerney – de Michael Cristofer, que trabalharia novamente com a estrela em Pecado Original de 2001. Além de Brass in Pocket da banda inglesa The Pretenders, a trilha sonora de Gia tem David Bowie, Echo  & Bunnymen e Billy Idol. Vale uma conferida, assim como o ótimo filme.

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Música de cinema: The Killing Moon – Echo and the Bunnymen

Gia: Fama e Destruição (Ocean Rain – 1984) • 1998

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Cena em destaque: Angelina Jolie em Gia – Fama e Destruição

Direção Michael Cristofer  Com Angelina Jolie e Mercedes Ruehl  1998

“Vida e morte, energia e paz. Se eu parar hoje, ainda assim teria valido a pena. Mesmo os erros terríveis que cometi e teria desfeito se pudesse. As dores que me queimaram e marcaram a minha alma valeram a pena. Por terem me permitido andar onde andei, que foi ao inferno na terra, ao céu na terra, e de volta, por baixo, longe e entre um e outro, através, por dentro e por cima deles.”

– Do diário de Gia Marie Carangi

Perfil: Angelina Jolie

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Ensaio – Patrick Demarchelier

Atriz norte-americana melhor sucedida e assediada dos anos 2000, ANGELINA JOLIE conseguiu algo inédito, unir dois mundos: o das estrelas intocáveis de Hollywood à realidade dos problemas vividos pelos refugiados de guerra ao redor do mundo.

O começo

A pequena Jolie nasceu em 04 de junho de 1975 em Los Angeles, fruto da união dos atores Jon Voight e Marcheline Bertrand que se separaram no ano seguinte. Angelina e o irmão James Haven ficaram com a mãe. Não demorou  para a menina se interessar pela atuação, aos sete anos fez uma pequena participação no longa estrelado por seu pai “Lookin to Get Out”, além de ser a estrela dos vídeos familiares de seu irmão. Aos 11 anos ingressou na escola de interpretação Lee Strasberg, especializada em passar para os atores o método de interpretação, baseado nos ensinamentos de Sistema Stanilaslaski do russo Constantin Stanilaslaski. Atores como Robert De Niro, Al Pacino e Dustin Hoffman exercem esse estilo de atuação.

Disposta a ser reconhecida por seu trabalho e não por ser filha de um ator famoso, a atriz adotou como nome artístico Angelina Jolie, deixando de lado o Voight de seu pai. Após fazer parte de dois curtas metragens, “Angela & Viril” e “Alice & Viril”, Jolie participou do filme de baixo orçamento “Cyborg 2”, sequência de um longa estrelado por Jean Claude Van Damme no final dos anos 80. A atriz odiou o resultado final da produção. Em 1995 Angelina apareceu em três produções, as descartáveis “Sem Evidências” e “Sob o Luar do Deserto” que valem uma espiada apenas para quem é fã da atriz e em “Hackers – Piratas de Computador”, longa que mostrava de forma exagerada o mundo da internet. Foi nesse filme que a atriz conheceu seu primeiro marido, o inglês Johnny Lee Miller. Os projetos seguintes, “Duas Famílias em Pé de Guerra” e “Rebeldes” foram lançados em 1996, e pelo último deles Jolie recebeu seus primeiros elogios em um papel dramático.

Gia – Fama e Destruição, 1998 / Divulgação – Warner

Jovem talento

“Prova de Fogo”, uma minissérie para a televisão americana e “Brincando com a Morte”, péssimo longa com o então Fox Mulder David Duchovny, foram lançados em 1997 e não fizeram nada pela carreira de Angelina. Mas o telefilme “O Homem que Não Vendeu sua Alma”, estrelado por Gary Sinise, possibilitou a Jolie finalmente dar vida a uma personagem complexa e interessante, Cornelia Wallace, segunda mulher do governador do Alabama George Wallace. Pelo filme dirigido por John Frankenheimer (“Sob o Domínio do Mal”, “Ronin”) a atriz recebeu o Globo de Ouro como melhor atriz coadjuvante, além de uma indicação ao Emmy na mesma categoria. Nesse período o canal a cabo norte-americano HBO estava iniciando a produção de um longa baseado na trajetória trágica da primeira supermodelo internacional, Gia Carangi, lésbica e viciada em drogas, ela morreu precocemente em 1986 aos 26 anos em decorrência do vírus HIV. Os produtores, fascinados com o magnetismo da atuação e beleza de Angelina a escolheram para o papel. E receberam como resposta um sonoro não da atriz, que achava o papel extremamente difícil e catártico. Após uma longa conversa com os envolvidos na produção, Jolie voltou atrás e aceitou o papel. A veterana Faye Dunaway e Mercedes Ruehl, vencedoras do Oscar, também estavam em “Gia – Fama e Destruição”, que estreou em 31 de janeiro de 1998 na HBO causando grande alvoroço. Todos queriam saber quem era aquela força da natureza, com belos lábios carnudos e olhar penetrante. Jolie já havia atuado em alguns filmes, mas não era conhecida nacionalmente pelo grande público. O triste filme sobre Gia rendeu a Angelina sua segunda indicação ao Emmy e os prêmios Globo de Ouro e SAG como melhor atriz. A partir desse momento sua carreira nunca mais seria a mesma.

Ainda em 1998 estrearam outros dois longas com Angelina, o nada visto “A Cozinha do Inferno” e a colcha de retalhos de histórias em Los Angeles “Corações Apaixonados”, que trazia a atriz acompanhada por um elenco notável: Sean Connery, Gillian Anderson, Ellen Burstyn, Dennis Quaid, Gena Rowalds e Ryan Phillipe. Jolie recebeu o National Board Review, prêmio dos críticos, por sua apaixonante personagem  Joan. 1999 pode ser chamado de ano “chave” na carreira de Angelina, com três filmes prontos e a serem lançados. O primeiro deles, a chegar aos cinemas foi a comédia de Mike Newell (“Quatro Casamentos e um Funeral”) “Alto Controle”, que tinha no elenco também John Cusack, Cate Blanchett e Billy Bob Thorton, que meses depois se tornou marido de Jolie. O longa não agradou aos críticos e não obteve um bom resultado nas bilheterias, mas isso não afetou a ascenção da atriz que tinha mais duas cartas na manga. Em outubro daquele ano estreou o suspense policial “O Colecionador de Ossos” que trazia Jolie ao lado de Denzel Washington. Dirigido por Phillip Noyce o longa mantinha semelhanças em seu arco dramático com um dos maiores clássicos do cinema, “O Silêncio dos Inocentes”. Logicamente inferior ao filme estrelado por Jodie Foster e Anthony Hopkins, “O Colecionador de Ossos” foi o primeiro sucesso comercial internacional de Angelina, que oferece uma ótima e segura performance e atua de igual para igual com Washington.

Melhor atriz coadjuvante por Garota, Interrompida / Divulgação – Sony

O Oscar e Tomb Raider

Em 21 de dezembro de 1999 chegou às telas o terceiro filme de Angelina Jolie no ano, “Garota, Interrompida”. Produzido e estrelado por Winona Ryder, que idealizava a produção desde 1993, o projeto um estudo sensível sobre a dificuldade de adaptação de jovens nos confusos anos 70 foi dirigido por James Mangold, e centrava sua atenção em duas personagens: Susanna Kaysen, jovem introspectiva, interpretada por Winona e Lisa Rowe, rebelde e contestadora personagem de Jolie. O elenco do filme trazia também jovens talentos como Jared Leto ao lado de atrizes já consagradas como Vanessa Redgrave e Whoopi Goldberg. O excelente desempenho de Jolie no longa ofuscou a todos e rendeu à atriz o Oscar como melhor coadjuvante, além do Globo de Ouro e SAG Awards na mesma categoria. Cansada de filmes sérios e personagens complexos a atriz embarcou em “60 Segundos”, blockbuster descerebrado de Jerry Bruckheimer estrelado por Nicolas Cage. O passo seguinte foi estrelar a adaptação do game “Tomb Raider”, como a aventureira Lara Croft. Sucesso mundial, o filme foi alvo de muitas críticas negativas, porém transformou Jolie em estrela internacional. A atriz vivia o auge artistico, mas os fracassos dos longas seguintes “Pecado Original”, que a reuniu novamente a Michael Cristofer – seu diretor em “Gia” – e a Antonio Banderas, e “Uma Vida em Sete Dias”, romance sem sal e sem razão de existir que a atriz estrelou em 2002 após recusar o suspense de David Fincher “O Quarto do Pânico”, colocaram em dúvida seu poder na “selva hollywoodiana”.

Voltar para uma sequência de “Tomb Raider” parecia um passo seguro, mas não foi isso que aconteceu. Em 2003 Angelina estrelou “Lara Croft Tomb Raider: A Origem da Vida”, segunda aventura da atriz como Lara. Apesar de melhor que o primeiro filme, o longa não correspondeu às expectativas nas bilheterias. O quadro piorou quando foram lançados “Amor Sem Fronteiras”, drama de Martin Campbell (“007 – Cassino Royale”) com Clive Owen, “Roubando Vidas”, suspense policial filmado no Canadá e que possuia no elenco Ethan Hawke, Gena Rowalds e Kiefer Sutherland e o épico “Alexandre”, todos fracassos de crítica e público. O longa de Oliver Stone sobre a vida do imperador macedônico Alexandre Magno, trazia Jolie como sua mãe a misteriosa rainha Olímpia. A atriz foi alvo de severas críticas pelo sotaque adotado para a personagem, e também por ser apenas um ano mais velha que Colin Farrell que interpretava seu filho. Da fase pós-Oscar apenas dois de seus projetos tiveram bons resultados, a ficção-retrô “Capitão Sky e o Mundo de Amanhã”, em que interpretava a valente Capitã Frank Cook e a animação “O Espanta Tubarões”. Que dublou ao lado de um elenco notável, que incluía Robert De Niro, Martin Scorsese e Will Smith. Em 2004 Angelina fez uma breve participação no telefilme da HBO “The Fever” – já exibido no Brasil pelo canal fechado, mas nunca lançado em DVD -, com Vanessa Redgrave em papel indicado ao SAG Awards.

Com Brad Pitt em Sr. & Sra. Smith / Divulgação – Fox

Em ótima fase

Sem o prestígio profissional dos tempos de “Gia” e “Garota, Interrompida”, e sem emplacar um sucesso genuíno de bilheteria desde “Lara Croft: Tomb Raider” de 2001, Angelina Jolie aceitou substituir Nicole Kidman na comédia de ação dirigida por Doug Liman (“A Identidade Bourne”) “Sr. & Sra. Smith” em 2005. Brad Pitt seria seu marido e espião rival no longa, pelo qual a atriz recebeu 20 milhões de dólares, entrando para o seleto grupo de atrizes mais bem pagas do cinema. Durante as filmagens surgiram na mídia boatos de que o casal de protagonistas havia levado a paixão das telas para além das filmagens. O fato de Pitt ser casado com Jennifer Aniston e Jolie ter um histórico de paixão por colegas de trabalho e ou homens casados, colocou mais lenha na fogueira de fofocas. Meses depois o ator se separou da eterna Rachel de “Friends” e em julho daquele ano apareceu ao lado de Angelina e seu filho Maddox em fotos que demonstravam intimidade. O romance, agora, era oficial. Juntos o novo casal formalizou a adoção do primeiro filho de Jolie, da menina africana Zahara e Pax Thien, órfã vietnamita. Em maio de 2006 teve sua  primeira filha biológica, Shiloh Nouvel. E sobre “Sr. & Sra. Smith”…, sim o filme fez enorme sucesso de bilheteria, com 478 milhões de dólares arrecadados ao redor do mundo.

Afastada dos cinemas desde o êxito de “Sr. & Sra. Smith”, Angelina retornou à telona em 2006 com “O Bom Pastor, drama de época roteirizado por Eric Roth (“Forrest Gump”) e dirigido por Robert De Niro, a produção foi a segunda incursão do premiado ator na direção. Esnobado pela crítica, o lento e charmoso longa teve um resultado aquém das expectativas, mas mostrou um outro lado de Jolie como a passiva dona de casa Clover Russell. Dividindo na maior parte do tempo cenas com Matt Damon, a atriz demonstrou segurança e entregou uma performance madura e eficiente. “O Bom Pastor” serviu de aperitivo para o grande retorno dramático de Jolie em “O Preço da Coragem” de 2007, longa sobre as horas de desespero vividas por Marianne Pearl, viúva de Daniel Pearl, jornalista decapitado no Paquistão. Adaptação de Michael Winterbottom do livro de memórias de Marianne, o longa em tom de documentário mostrou uma Angelina nunca antes vista em cena. Completamente imersa no papel, a atriz precisava apenas de um olhar para transmitir toda a dor vivida pela personagem. Todo o turbilhão de sentimentos explode em uma das últimas cenas do longa, quando Marianne deixa desabar sua fortaleza em uma sequência emocionante. “O Preço da Coragem” recebeu três indicações ao Independent Spirit Awards, melhor roteiro, filme do ano e atriz para Angelina que foi indicada também ao Globo de Ouro, SAG e Critics Choice. Além de receber o prêmio de melhor atuação do ano no Festival de Santa Barbara. Todos davam como certa sua nomeação também ao Oscar de melhor de atriz, durante a divulgação dos indicados veio a surpresa, Jolie havia sido preterida por Laura Linney e seu desempenho em “Família Savage”. “A Lenda de Beowulf”, animação de Robert Zemckis (“Forrest Gump”) utilizando a captura de movimentos também estreou naquele ano, mas ao contrário de “O Preço da Coragem”, foi uma grande decepção.

Grávida de gêmeos em Cannes e emocionando em A Troca, de 2008 / Divulgação – Universal

Maturidade

Grávida de gêmeos, Angelina tinha um agitado 2008 com três grandes produções que estreariam no decorrer dos meses. “Kung Fu Panda”, animação que a atriz divulgou em junho ao lado dos colegas Jack Black e Dustin Hoffman no Festival de Cannes com uma enorme barriga e “O Procurado”, adaptação de um HQ, estrearam nos cinemas em 2008. Os longas foram enormes sucessos colhendo elogios e rendendo ao redor do mundo 631 e 341 milhões respectivamente, era a comprovação, principalmente por “O Procurado”, de que a presença da estrela era garantia de altas cifras. No mês seguinte Jolie deu a luz ao casal Knox Léon e Vivianne Marcheline, em homenagem a sua mãe falecida em  2007. Em 24 de outubro chegou aos cinemas o mais esperado dos projetos cinematográficos de Angelina em 2008, “A Troca”, drama dirigido por Clint Eastwood e que foi aplaudido pelos críticos em sua exibição meses antes em Cannes. O longa foi mal compreendido pelos críticos norte-americanos, que foram unânimes apenas em um ponto: a poderosa atuação de Angelina como Christine Collins, mãe solteira que tem seu filho dado como desaparecido e que luta para desvendar o caso mesmo tendo como maior adversária a corrupta polícia de Los Angeles em meados da década de 30. O trabalho de Jolie foi irrepreensível e rendeu a ela indicações ao Oscar, Globo de Ouro, SAG e Critics Choice como melhor atriz, um merecido reconhecimento para uma das melhores e mais maduras atuações de sua carreira. Vale destacar uma cena em especial do longa, quando Christine afirma que ganhou esperança para continuar sua luta. Belíssima sequência, auxiliada por uma tocante trilha sonora – assinada por Eastwood – e que tem como alicerce uma inspiradíssima Angelina em sua melhor forma.

Após uma década agitada, com muitos altos e pouco baixos, a musa não teve nenhum longa lançado nos cinemas em 2009. Porém, filmou nesse período o thriller “Salt”, nova parceria com o diretor Phillip Noyce. A produção chega aos cinemas norte-americanos dia 23 de julho e uma semana depois no Brasil. Cercado de grande expectativa, por ser o primeiro filme da atriz desde “A Troca”, “Salt” terá como principal adversário pelo primeiro lugar nas bilheterias dos EUA a comédia “Dinner for Schumcks” de Jay Roach (“Entrando Numa Fria”). Para 2011 Angelina, que há nove anos é embaixadora do alto comissariado da ONU realizando um trabalho inspirador e ativo pelos refugiados de guerra, estrelará ao lado de Johnny Depp o thriller romântico “The Tourist”, refilmagem de um longa dinamarquês, dirigida pelo alemão Florian Henckel von Donnersmarck (“A Vida dos Outros”) e voltará como a Tigresa na sequência “Kung Fu Panda: The Kaboom of Doom”. Projetos ainda em desenvolvimento como “Serena”, “Gucci” e “Maleficent” estão na agenda da atriz, porém sem nenhuma confirmação de roteiristas, elenco e ou diretores.

Musa de uma geração, primeiro grande ícone do cinema internacional desde Marilyn Monroe, ativista, mulher inteligente e dona dos lábios mais desejados da história, essa é Angelina Jolie. Maior representação da independência feminina no novo século.

MTV Diary: Angelina Jolie and Dr. Jeffrey Sachs in Africa

David Bowie – Let’s Dance

Bowie é um dos meus artistas preferidos, não sei como ele ainda não havia aparecido por aqui – hehe – ainda! É com “Let’s Dance” do disco homônimo, de 1983, que o camaleão faz sua estréia no blog. O álbum significou uma nova fase na carreira de David Bowie, a de popstar! A sensacional “Let’s Dance” está na trilha sonora de “Gia” com Angelina Jolie, lançado em 1998 e um dos meus filmes favoritos da atriz.

Let’s Dance! (Versão do vídeo, apresentação da “Serious Moonlight Tour”.)