Aniversariante do dia: Oscar Isaac

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Oscar Isaac comemora hoje 38 anos. Nascido na Guatemala, criado em Miami, e formado em Arte Dramática pela Juilliard School, o músico e ator estreou nos cinemas em 2002 com a comédia de ação Amigos por Acaso. Quatro anos depois o primeiro protagonista, José, em Jesus – A História do Nascimento. Os projetos seguintes incluíram Che: O Argentino de Steven Soderbergh e Rede de Mentiras, ação de espionagem com direção de Ridley Scott. Em 2009 Isaac teve atuação aplaudida no filme australiano Balibo. No ano seguinte foi novamente dirigido por Scott em Robin Hood. Participou ainda de Sucker Punch: Mundo Surreal, Drive e O Legado Bourne. A grande oportunidade até então veio em 2013 com o drama musical Inside Llewin Davis: Balada de Um Homem Comum dos irmãos Ethan e Joel Coen. Em atuação aclamada pela crítica, Oscar foi indicado como melhor ator no Globo de Ouro e Independent Spirits. Além de prêmios em festivais, como Toronto e Santa Barbara.

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X-Men: Apocalipse é um desastre

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Os X-Men (e Mística) na Sala de Perigo

A nova aventura dos mutantes da Marvel dirigida pelo insistente Bryan Singer, pode ser colocada no mesmo balaio das piores adaptações de HQ de todos os tempos. Sim, está no mesmo nível de coisas como Batman & Robin (1997) e Quarteto Fantástico, seja a versão de 2005 ou 2015. Encerramento da segunda trilogia dos pupilos do professor Xavier (James McAvoy), a trama acompanha o despertar de En Sabah Nur, o Apocalipse (Oscar Isaac, desperdiçado), tido como o primeiro mutante. Sua missão “divina” é salvar a Terra, a destruindo para o seu renascimento. Para isso, ele conta com o auxílio de quatro discípulos levados pela frustração, ódio e sofrimento, os Cavaleiros do Apocalipse: Magneto (Michael Fassbender), Ororo Munroe, a Tempestade (Alexandra Shipp), Psylocke (Olivia Munn) – que entra muda e sai calada, e o Anjo (Ben Hardy). Em meio a isso, Xavier sente a forte presença de Apocalipse, e tenta combatê-lo. Continuar lendo X-Men: Apocalipse é um desastre

Protagonismo de Jennifer Lawrence continua sendo a pior coisa em X-Men: Apocalipse

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Fotos – Fox

Gostei muito dois primeiros X-Men, no início dos anos 2000. Mesmo as adaptações de Bryan Singer trazendo interpretações equivocadas como uma Vampira que mais parecia a Jubileu, Ciclope renegando a coadjuvante, uma Tempestade muito longe da imponência das HQ – e infelizmente sem Angela Bassett no papel. Cresci assistindo a série animada clássica X-Men, ao lado de Batman – The Animated Series uma das melhores animações dos anos 90. Uma adaptação bem sucedida dos mutantes sempre foi algo muito esperado. Então porque gostei dos primeiros X-Men? Porque os filmes dirigidos por Singer em 2000 e 2003 tinham muitos acertos, que suplantavam os equívocos. Como a ambientação que flertava com a ficção científica, a discussão sobre preconceito e aceitação, o bom Wolverine (Hugh Jackman) e a excelente Mística de Rebecca Romjin. Continuar lendo Protagonismo de Jennifer Lawrence continua sendo a pior coisa em X-Men: Apocalipse

Fique de Olho: Oscar Isaac

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OSCAR ISAAC é a nova sensação entre críticos e cineastas. Aos 35 anos, o ator e cantor nascido na Guatemala, criado em Miami, e formado em Arte Dramática pela Juilliard School – desponta em produções de prestígio como Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum e O ANO MAIS VIOLENTO – trabalho que o coloca na corrida por uma indicação no próximo Oscar, e blockbusters como o vindouro Star Wars: O Despertar da Força e X-Men: Apocalipse, em que interpretará o vilão que dá nome ao filme.

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A estreia nos cinemas aconteceu em 2002 com a nada vista comédia de ação Amigos por Acaso. Quatro anos depois, o primeiro protagonista em Jesus – A História do Nascimento. O ator viveu José na produção dirigida por Catherine Hardwicke (Aos Treze). Os projetos seguintes incluíram o drama Sem Medo de Morrer com Uma Thurman, Che: O Argentino de Steven Soderbergh, e Rede de Mentiras, ação de espionagem com direção de Ridley Scott e Leonado Di Caprio e Russell Crowe no elenco. Em 2009 Isaac teve atuação aplaudida no filme australiano Balibo, que rendeu a ele o premio de ator coadjuvante no Australian Film Institute. No ano seguinte foi novamente dirigido por Scott ao lado de Crowe em Robin Hood, produção que trazia também Cate Blanchett no elenco. Participou ainda de Sucker Punch: Mundo Surreal, Drive – aclamado longa de Nicolas Winding Refn, e O Legado Bourne.

A grande oportunidade na carreira viria em 2013 ao ser escolhido pelos irmãos Ethan e Joel Coen para protagonizar o drama musical INSIDE LLEWYN DAVIS: BALADA DE UM HOMEM COMUM (Inside Llewyn Davis). Em atuação aclamada pela crítica, Oscar foi indicado como melhor ator no Globo de Ouro e Independent Spirits. Além de prêmios em festivais, como Toronto e Santa Barbara. Os elogios pelo filme dos Coen abriram portas para Isaac, que conciliou produções independentes como Em Segredo, As Duas Faces de Janeiro – ótima adaptação do livro homônimo de Patricia Highsmith (O Talentoso Ripley), e O Ano Mais Violento, em que vive o imigrante Abel Morales, que ao lado da esposa Anna (JESSICA CHASTAIN), enfrenta corrupção, brutalidade e a decadência da região, enquanto tenta prosperar financeiramente. Com filmes de grande orçamento e representação na cultura pop, como o sétimo episódio da série Star Wars, com estreia marcada para 17 de dezembro de 2015, e X-Men: Apocalipse, em que será o icônico vilão Apocalipse. Outros projetos do talentoso ator – que lembra muito fisicamente AL PACINO – são Mojave, thriller de William Monahan (Oscar de roteiro adaptado por Os Infiltrados), e a ficção científica Ex Machina.

O Ano Mais Violento estreia nos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro.